Escolhas do Editor

Nove momentos a três mãos

Nove momentos a três mãos O restaurante The Dining Room foi palco do regresso dos ‘Signature Dinners’, com chefes convidados.

Autoria Paulo Santos, Editor

Um ambiente clássico, com papel de parede, mobiliário antigo e grandes candelabros, descrevem uma sala de jantar clássica. Mas no caso da The Dining Room, no hotel Quinta da Casa Branca são, também o cartão-de-visita de um restaurante.

E clássico é apenas o espaço. Porque a cozinha é contemporânea e de autor. Com uma larga experiência ligado ao grupo hoteleiro Leacock, proprietário do hotel, o Chefe Carlos Magno é um dos nomes de referência da gastronomia da Madeira. Foi um dos pioneiros na reinvenção da cozinha da ilha, indo ao encontro dos produtores, procurando as tradições, e conferindo-lhes uma roupagem moderna.

O chefe é um dos elementos constantes do restaurante, que há quase um ano passou a apostar exclusivamente em menus de degustação e que tem vindo a promover jantares colaborativos, em que outros chefes são convidados. Há umas semanas foi um jantar de dez momentos para assinalar os dez anos do restaurante. Desta vez, foi um menu de nove momentos, no regresso da iniciativa “Signature Dinners”.

Os convidados foram Octávio Freitas, do Desarma, restaurante com uma estrela Michelin; e Gonçalo Bita Bota, do Oxalis, recomendado no mesmo guia. Cada chefe preparou entre dois a três pratos, incluindo as sobremesas, da responsabilidade da chefe pasteleira da Quinta da Casa Branca.

E a cada evento, o restaurante The Dining Room mostra que evolui. Vai juntando à qualidade da cozinha um serviço com cada vez mais atenção ao detalhe, proporcionando uma experiência mais rica e plena para quem participa.

O espaço faz o resto. A sala clássica, a quinta, os produtos locais, e a simpatias. É quase um jantar em família!

No fim de cada jantar fica a partilha de experiências e a oportunidade de evolução para todos os profissionais que colaboram. Os jantares a várias mãos são isso mesmo, uma oportunidade de evoluir e de partilhar. E no caso dessa Madeira, está a ser vivida uma boa fase.

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